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Cantor Daniel visita Gramado e Canela a convite do empresário Jorge Bischoff

Gramado recebeu na última semana uma visita ilustre. O cantor Daniel e sua família passaram alguns dias na Serra Gaúcha a convite do designer e empresário Jorge Bischoff.

Primeiro, o artista desembarcou com sua esposa Aline Pádua e as duas filhas Lara e Luiza na sede da empresa Bischoff, em Igrejinha. Durante o encontro, o empresário apresentou ao cantor, em primeira mão, a coleção de inverno de 2022 que deve ser apresentada aos lojistas nos próximos dias.

O roteiro da família, que ficou no RS até domingo, 7 de novembro, incluiu visitas aos parques de Gramado e Canela e espetáculos do Natal Luz, acompanhados dos anfitriões Jorge Bischoff e sua esposa Luciane Bischoff. “O Daniel é um grande amigo e as nossas visões de mundo têm muito em comum. Gostamos de música, de arte, de bons vinhos e dos valores da família. É uma grande alegria recebê-lo aqui nesta região encantadora, que eu admiro tanto e, tenho a alegria de ser a minha casa e o berço da nossa marca.”, destaca Jorge Bischoff.

A loja-conceito da marca, em Gramado, e a sede da Bischoff Group teve a visita do cantor que distribuiu simpatia e carinho para toda a equipe.

Em Gramado, em um restaurante do Centro da cidade, Daniel deu uma “palhinha”  para o público, após jantar no restaurante em local reservado. Depois de cantar no local, foi necessário formar um cordão de isolamento para que o artista pudesse voltar para o carro.

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Nova taxa em Gramado (TPA) provoca debate sobre a cobrança

Conforme esta coluna antecipou AQUI, em 22 de setembro, Gramado se prepara para criar a TPA – Taxa de Preservação Ambiental.

A ideia é similar aos sistema já implantado em destinos turísticos como Bombinhas e Fernando de Noronha. Porém, a tendência é que em Gramado os valores sejam um pouco menores, o valor ainda não foi definido. Hoje, a taxa em Noronha é de R$ 79,20 por dia. Já em Bombinhas os valores são de R$ 28,00 para automóveis e R$ 3,50 para motos, por dia.

O projeto para Gramado entrou em pauta hoje com a Prefeitura protocolando na Câmara de Vereadores o PLC 005/2021 que institui no município a TPA – Taxa de Preservação Ambiental e que objetiva criar uma tarifa para cada veículo que ingressar no município.

Após a entrada no Legislativo, o presidente da Câmara de Vereadores, Professor Daniel, convocou uma coletiva de imprensa para esta sexta-feira, dia 12 de novembro, às 10h30, no plenário da Câmara de Vereadores, para falar sobre o assunto.

Falei há pouco com alguns vereadores gramadenses, de situação e oposição, sobre o assunto. O tema gera debate e a tendência é que seja travado no Legislativo gramadense principalmente pela posição de algumas entidades e empresários locais que são contra a cobrança no município no formato desejado pelo Executivo.

O vereador Renan Sartori (MDB) destaca ao Acontece que, “na minha opinião é mais um projeto do Executivo com pouco diálogo. A gente já tem praticamente todas as entidades contrárias a este projeto, eles tem uma outra proposta para apresentar. Acreditamos que não seria este o melhor formato até pelo fato de que o Município não sabe muito bem como operacionalizar, cobrar e fazer este projeto funcionar. Hoje, o visitante já vem a Gramado e paga pedágio, estacionamento e ainda terá que pagar nova taxa. Como isso pode ser visto? Pode ser negativo para nossa cidade! O pessoal da gastronomia, por exemplo, que depende só do turista que vem no bate e volta, também está totalmente contrário. O Executivo precisa conversar e dialogar mais e isto tem faltado na minha opinião. Da forma que está este projeto hoje eu sou contrário“, disse o vereador.

Já o vereador da situação, Ike Koetz (PP), procurado pelo Acontece Gramado, fala que: “Nós tivemos dois encontros sobre o tema, um com a Secretaria de Turismo e Fazenda e outro com as entidades. Recebemos duas propostas diferentes e uma preocupação extremamente importante: a perda de arrecadação da TTS vai impactar na capacidade de investimento por parte do Fundo de Turismo. Para mim, nesse momento é imprescindível dialogar com o Conselho de Turismo e com o Trade, afinal ainda não temos garantia do final da pandemia, estamos retomando a economia da cidade e ainda não sabemos qual será o comportamento econômico principalmente nos nossos meses de tradicional baixa (fevereiro/março). Quero analisar melhor as duas propostas, para encontrarmos o melhor caminho, que logicamente não afaste quem nos visita“, disse Ike.

O presidente da Câmara de Vereadores, Professor Daniel (PT), disse ao Acontece Gramado que o projeto não está pronto e sugere a retirada da pauta imediatamente. “Este projeto não é uma unanimidade, não foi bem recebido pelos empresários principalmente. Eu, particularmente, estou temeroso com a repercussão nacional que este tema pode ter com as pessoas deixando de vir a Gramado. O Governo Municipal não apresenta projetos diferente, apenas concessão, aumento de impostos. Sou contra este projeto acho que está inacabado e não é bom para a cidade. É um projeto de fundo arrecadatório como todos que o Governo tem apresentado. É o mesmo Governo que vem dizendo que vem arrecadando mais que o ano passado“, destaca o presidente.

Professor Daniel finaliza falando que existem outras alternativas. “As entidades tem uma alternativa para substituir a taxa que vem caindo. Então o município precisa retirar o projeto e dialogar com a sociedade e com a Câmara. Desta forma o projeto não irá adiante na minha opinião“, destacou.

A coluna tentou ainda contato com o secretário de Governança e Desenvolvimento Integrado, Germano Junges, para que ouvir a posição do Executivo mas até a publicação desta não conseguimos contato pois Germano está em viagem a Brasília em trabalho de captação de recursos federais para o município.

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Marcela Muttoni: Abafamento

Leia ouvindo: Música “Minha Vida” – Rita Lee

Recebi o mês como um dia de chuva. Que começa a se armar horas antes. A gente sente aquele calor, sabe que ela vem, e fica na espreita. Olha pro céu e continua. E em segundos um redemoinho de vento bate em nossas janelas. Assovia mudanças, assovia o movimento do tempo, das horas. Quando o céu e a terra se encontram. Mês de despedida começa com finados. Uma “sabidice” do nosso calendário ocidental, começamos a despedida pelas saudades.

As saudades que são as mais duras. As que não tem solução. As saudades dos que se fisicamente não compartilham mais com a gente uma tarde, uma manhã, uma noite ou uma risada. Saudades de um filho, de uma mãe. Saudade de um irmão, de um amigo. Saudade de um pai. Saudade de um avô. Saudade de um amor.

Saudade que quase sempre é um abafamento interno. Saudade do que se viveu. Do que se deixou de viver. Do que não foi dito. Do que não foi vivido. Do que poderia ter sido. As mortes representam tudo o que poderíamos ter feito e não fizemos. E nos apontam o que vamos fazer com o que ficou. A morte é a corda que escapa dos dedos. E quando  fecha nosso “tempo” por dentro, como o prenúncio dos nossos temporais mais duros.

Quando a saudade vem chegando, e as despedidas se tornam inadiáveis, a fé é um pequeno guarda chuva. Assim, quando o medo de algo importante cair, está na outra ponta da corda e tudo, por uma fração de segundos pode cair, quebrar, desaparecer, quanta força criamos para segurar a outra ponta.  Como quando saímos do carro com mais sacolas que suportam os dedos, e sentimos quase “gangrenar” os dedos, para não fazer, duas “voltas”.

Quanto mais segura, mais ela corta. Saudade guardada é um abafamento grande. Saudade compartilhada é permitir que a outra ponta caia. É uma sacola por vez. é chuva leve. É o guarda chuva virado. É a certeza que quando você corre na chuva, tem chuva na frente também. 

Saudade que dói é temporal de vento. Desses que batem nossas partes íntimas. Desses que fazem nossos “telhados” voarem. Desses que encharcam nossa alma, como quando a chuva entra pelas frestas. Morte e vida andam lado a lado, como o calor e a chuva. Como um depende do outro para ter sentido, para fazer a vida acontecer.

Essa semana fui abatida pela partida de um grande homem. Não era íntima. Mas ele era alguém que eu respeitava. Professor, pai, diretor de escola. Lutador. De uma família próxima, perdeu seu irmão muito jovem e ao lado dos pais construiu uma história de superação. 

Essa semana ele partiu. Jovem. Como quando a corda cai do outro lado com um baú de tesouros. Eu me senti levada por uma rajada de vento. Me perguntei: – Como sentir a exaustão dos que nos cercam?  Como sentir quando a “corda” dos que nos rodeiam está pesada demais? Como saber que é abafado demais para pouca chuva?

Como interpretar a dor alheia? Como dizer para quem está aqui, você é muito forte! Você é o sentido para tanta gente. Eu estou aqui!

Desaprendemos a andar desarmados e deixar a chuva vir. Sinto tanto pelos filhos, pelos netos. Pelos pais. Sinto tanto que parece que estou vivendo um temporal que nem é na minha casa. Mas sinto como se a chuva fosse aqui. Os bons andam cansados. Exaustos.

Mas mesmo quando uma pessoa  morre, quando ela foi tão gigante, ela deixa um rastro de tanta coisa semeada, que o temporal de sua partida, germina com força sua história. Profunda. A morte germina o legado de uma vida dos “fortes”.

E como quando um grande temporal acontece, o abafamento passa. A chuva lava a terra, mexe com os nossos “canteiros”, com nossa superfície. Encharca nossas vísceras. Molha as roupas do varal. Cria poças nos nossos olhos. E depois de tanto chorar, é como se limpassem de dentro para fora, nossas janelas do mundo.

E se você perceber bem, geralmente depois de uma chuva de dia quente, se você olhar pro horizonte encontrará o arco íris. Esse efeito mágico no céu só é possível com sol e chuva. E dizem que atrás do arco íris tem  o pote de ouro. Talvez seja uma maneira lúdica de falar, para você aprender a olhar a água que cai dos céus e lembrar que sempre o sol está logo ali.

A um palmo do seu nariz!

Crônicas e histórias cotidianas sensoriais
“Acredito que podemos ler, estimulando mais que um sentido. Por isso, em mais de 18 anos de profissão, me apaixonei pelo processo de escrever levando o leitor a usar além da visão, outros estímulos sensoriais.
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Nutri Simone Prestes: Receita caseira de pasta de amendoim

O amendoim in natura é alimento hipercalórico natural e a pasta de amendoim tornou-se muito popular no meio fitness e dentre os adeptos de exercícios físicos pela sua composição rica em proteína e por sua composição rica em potássio e magnésio, que favorece as contrações musculares, previne as câimbras, reduz o risco de lesões e a fadiga muscular.

Usada nas mais diversas receitas, a pasta de amendoim pode ser combinada com pão, torradas e frutas.

Aprenda a fazer a pasta de amendoim caseira. Créditos: Divulgação.

É possível encontrar diferentes opções de pastas de amendoim no mercado, mas hoje vou te ensinar uma receita caseira super fácil.

Ingrediente

  • 500 gramas de amendoim cru, sem pele e sem sal

Modo de Preparo

  1. Coloque o amendoim em uma assadeira e leve ao forno médio até tostar levemente. O tempo médio é de aproximadamente 10 minutos.
  2. Retire do forno, deixe esfriar e leve o amendoim ainda quente ao processador.
  3. Bata até obter uma mistura homogênea, usando uma espátula para ajudar, até ficar em uma consistência cremosa e do seu gosto.
  4. Guarde em um recipiente fechado. A durabilidade pode ser de um mês em temperatura ambiente e 3 meses na geladeira.

Você pode adicionar uma pitada de sal e outros ingredientes como castanhas e nozes conforme seu gosto pessoal.

Nutricionista,  formada pela Universidade de Caxias do Sul e pós-graduando em Nutrição Clínica pela Unisinos
@nutrisimoneprestes

Análise: Sonho de Natal de Canela muda de patamar e pode ainda mais!

Iniciou na noite desta sexta-feira, dia 22 de outubro, a edição 2021-2022 do Sonho de Natal de Canela. Este é o 15º Sonho de Natal que tenho a oportunidade de cobrir como jornalista. Poder estar em um evento tão importante de retomada para todos nós é realmente emocionante.

A abertura ocorreu com a reinauguração do Teatro Municipal, o Teatrão, palco de tantas histórias e de uma ligação muito forte com a comunidade canelense. Este novo espaço revitalizado com apoio de empresas da região, vai receber shows durante todo o evento e, sem dúvidas, abre um novo momento para Canela no segmento dos Eventos.

Iniciaram o show o grupo talentoso Som do Vento (canelenses que mostram um grande potencial), e com a participação especial de Renato Borghethi. A cerimônia teve apresentação do boneco Carlão, mestre de cerimônias conhecido por aqui, e Shana Muller, jornalista do Grupo RBS e influenciadora do segmento tradicionalista gaúcho.

Destaque para as curtas falas de autoridades, diferente de eventos anteriores onde os pronunciamentos se tornavam muito longos e monótonos. para participação especial da artista Lisiane Berti com um monólogo que causou emoção por sua ligação com o palco.

Bonita também a homenagem do secretário Ângelo Sanches ao funcionário público Vladimir Borges da Silva com a entrega do troféu Persona – entrega cheia de simbolismos e que pode representar a volta desta antiga e concorrida cerimônia de premiação do Festival de Teatro de Canela.

A cidade está toda iluminada, com muita decoração, luzes e peças bonitas e grandes. A praça João Correa mais uma vez centraliza muitos espaços para fotos e a protagonista, como não poderia deixar de ser é a Catedral iluminada e com show de luzes. Canela nunca esteve tão enfeitada para o período. Também a programação total nunca teve tantas atrações. Esta edição serão 80 dias de programação com 370 apresentações.

Não podemos esquecer de elogiar a dedicação de Elias Rosa, diretor artístico do evento.

Com certeza, a edição deste ano pelo que se viu no primeiro dia, coloca o Sonho de Natal em um patamar acima de todas as outras edições já realizadas. Neste quesito estão de parabéns a Prefeitura de Canela e toda equipe da Secretaria de Turismo comandada por Ângelo Sanches.

Ângelo que se tornou protagonista no setor turístico nacional em pouco tempo, promove Canela e seus eventos com uma dedicação que merece reconhecimento afinal não é fácil colocar um destino e seus eventos como protagonistas. Isso leva tempo e precisa de muito trabalho e dedicação diária.

ACENDIMENTO E DESCIDA DIÁRIA DO NOEL PODEM DAR DESTAQUE NACIONAL – MAS PRECISAM AJUSTES

Passando para o show de Acendimento das Luzes e a Descida do Papai Noel por rapel, atividades que vão vão ocorrer todos os dias no Sonho de Natal, eu entendo que estas duas novidades vão colocar Canela em destaque nacional com certeza. Mas, na minha opinião, precisam de alguns pequenos ajustes.

Na segunda quadra da avenida Felisberto Soares, por exemplo, o som dos auto falantes não estava muito bom e com eco, se misturando com o som que vinha mais forte da Catedral. A dicção da narrativa ficou prejudicada e foi difícil o entendimento da locução oficial para quem não estava bem em frente da Catedral. Nada que uma melhora no sistema de som não resolva. De repente para o mês de Natal a colocação de telões seja uma opção necessária ao longo da avenida pela grande quantidade de pessoas que estarão assistindo.

Com relação a descida do Papai Noel, ela é sempre cercada de muita expectativa mas acho que precisa de um pouco mais de suspense, e algumas luzes e canhões a mais para clarear o momento em que ele surge na torre.

Também senti que faltou um “grand finale” após a chegada do Noel ao chão. As mais lindas imagens da catedral e do Noel sempre foram com a Catedral com show de fogos ao fundo, este era o grande diferencial de Canela e senti falta do impacto visual disso para completar a experiência. Sem dúvidas, a inclusão de fogos com a descida do Noel, mais a iluminação e a projeção mapeada colocariam este momento como imbatível e referência natalina no país e até exterior!

Sonho de Natal iniciou nesta sexta-feira, dia 22.

Resumindo: Canela e a comunidade estão de parabéns! O Sonho de Natal nunca esteve tão bem e a perspectiva é que, com pequenos ajustes, o evento possa alcançar um tamanho que nunca imaginamos que pudesse ter!

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OWN terá propriedades de alto padrão e condomínio exclusivo em Gramado

Foi apresentado esta semana em Gramado um novo e audacioso projeto de negócios. A apresentação ocorreu no Serrazul hotel, localizado no centro de Gramado.

Trata-se do Own Time – Home Club Gramado, projeto com iniciativa da incorporadora OwnerInc e que será administrado em parceria por marcas importantes do setor hoteleiro: Casa Hóteis e ICH Administração de Hotéis.

O primeiro empreendimento do grupo é um condomínio exclusivo de alto padrão, que será o primeiro com o conceito de Home Club do Brasil. O Own Time – Home Club Gramado conta com 24 casas e 40 amplos flats com arquitetura contemporânea conectados à natureza. O empreendimento seguirá uma tendência mundial de lifestyle compartilhado.

O empreendimento estará localizado em um bosque de cerca 36.000 m², a 250 metros da Rua Coberta. O projeto é assinado pelo arquiteto Jeferson Zatti e pelo engenheiro Ricardo Peccin, com design de interiores de Fernanda Ruppenthal e paisagismo de Betina Peccin. As unidades serão comercializadas de forma compartilhada e escriturada, com um mínimo de duas semanas, e a flexibilidade de trocar o período mediante disponibilidade.

As 64 propriedades estão divididas entre 12 casas de 448m², com quatro suítes, spa privado, churrasqueira e duas vagas na garagem; 12 de 325m², com três suítes, churrasqueira e duas vagas na garagem, e 40 apartamentos com tamanhos entre 57m² a 65m². Todas as unidades possuem churrasqueira, lareira e hidromassagem e também poderão usufruir do conjunto de serviços e conveniências do Club House. Os valores da compra variam conforme o período do ano e tipologia, podendo chegar a até 1 milhão de reais. 

O Own Time conta com um Club House com 2.000 m² de área construída, espaço que pode ser utilizado pelos proprietários o ano inteiro. O ambiente contará com restaurante, estar com lareira, empório, bar e adega integrados com ampla varanda externa, espaços gourmet com churrasqueira, além de piscina aquecida, SPA com massagem, sauna, espaços kids e teen, playground externo e fitness com pilates.

Outros serviços exclusivos como concierge, housekeeping, babysitting, chef de cozinha, chef assador e lavanderia estarão disponíveis, alguns em modelo pay per use, ou seja, pagos apenas como usar.

Ricardo Peccin, Jeferson Braga e Alexandre Gehlen, sócios do empreendimento. Créditos: Cássio Brezolla.

Jeferson Braga, CEO e Fundador da OwnerInc. destacou que, “o Own Time – Home Club Gramado vem para reescrever a história do mercado imobiliário de lazer no Brasil, pois carrega o conforto e os serviços de um hotel boutique com a conveniência e a liberdade de uma residência“. 

O Own Time é singular justamente por estar localizado em uma área super premium em meio à natureza em uma cidade tão especial turisticamente como Gramado. Outro pilar importante da nossa entrada no projeto é o fato dele estar ancorado em uma tendência mundial de propriedade compartilhada com o diferencial da flexibilidade de uso do tempo“, disse Alexandre Gehlen, Fundador e CEO da ICH.

O Home Club permite que o uso da residência de lazer seja compartilhado. Ao invés de um único proprietário arcar com o investimento total do imóvel e com os custos de manutenção, ele divide com outros proprietários, e só paga pelo período em que utiliza o imóvel“, disse Rafael Peccin, Diretor de Marketing do Casa Hotéis.

A expectativa da OwnerInc é obter um Valor Geral de Vendas – VGV superior a 500 milhões de reais com o Own Time – Home Club Gramado, que tem previsão de entrega da primeira etapa para dezembro de 2025. A incorporadora já possui outros projetos no pipeline, com foco na Serra Gaúcha.

OWN Time casa. Créditos: Cássio Brezolla.

Rede americana Hilton anuncia hotel em Canela

Canela vai receber mais um empreendimento de bandeira internacional. Trata-se de uma unidade da Double Tree by Hilton. A unidade está prevista para inaugura em 2024 e deverá estar localizada bem próximo a atrativos como Parque do Caracol e Skyglass.

O anúncio foi feito no início desta semana e a previsão é de que o projeto contemple cerca de 100 unidades Twin, king e suítes. O empreendimento em Canela faz parte do projeto de expansão da rede Hilton pelo mundo. A marca já conta com mais de um milhão de quartos somando todos os seus empreendimentos.

O diretor de Desenvolvimento da Hilton para Brasil, Leonardo Lido, destaca que “Estamos felizes por apresentar aos milhares de turistas que visitam Canela e a Serra Gaúcha atualmente. A cidade é o destino ideal para nossa marca”, disse o executivo.

INVESTIMENTOS EM ALTA PARA REDE AMERICANA

O grupo americano aproveita a alta do turismo doméstico no Brasil, alta que vem motivando a diversificação do seu portfólio, e pretende chegar a 18 hotéis até 2024, com um crescimento previsto de 125% desde o início da pandemia.

Até 2019, a oferta da rede no mercado brasileiro era pouco mais de 6% em relação aos EUA. Com maior concentração na região da capital paulista com bandeiras corporativas, a empresa consegue ganhar mercado em outras regiões à medida que equaciona negócios e lazer. Hoje a empresa soma oito unidades no pipeline a partir do próximo ano.

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Prestes a completar 30 anos, e com dívida milionária, Fundação Cultural de Canela é extinta

A Fundação Cultural de Canela está extinta. A notícia pegou a muitos de surpresa e se espalhou na tarde desta terça-feira, dia 5 de outubro. A Fundação tem forte ligação com a classe cultural e artística do município e assina o famoso Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Canela. Além disso, possui um enorme patrimônio histórico material e imaterial sobre Canela, seus eventos e atividades culturais nos últimos 30 anos.

A Fundação, que completaria 30 anos em novembro, é uma entidade privada, criada para gerir eventos e administrar ações que possuem captação de recursos federais, estaduais e municipais. Já administrou o Teatro Municipal e a Casa de Pedra, além do Festival de Bonecos e outros eventos.

Segundo a atual presidente da entidade, Glenda Viezzer, são vários os motivos para o encerramento. “É uma situação muito difícil e a decisão tomada com participação de todo Conselho pois a Fundação completaria agora 30 anos de atividade“, destacou ao Acontece. Segundo ela, a dificuldade de conseguir patrocínios e organizar os eventos foi aumentando muito nos últimos anos. A pandemia também trouxe problemas sérios para Fundação que ficou sem renda nenhuma.

Não é culpa de ninguém. As coisas aconteceram e os tempos mudaram“, destacou Glenda. Sobre o destino do Festival Internacional de Teatro de Bonecos, a presidente disse que o evento será repassado a uma empresa privada que dará continuidade ao mesmo. O evento não ocorreu este ano mas deverá voltar no ano que vem. Já sobre o acervo, parte relacionado ao Festival de Bonecos ficará com a empresa que fará o evento, e o restante está sendo entregue ao Poder Público, para a Secretaria de Turismo e Cultura.

Glenda finalizou que formalizou um pedido ao prefeito Constantino Orsolin, para que a casa onde a Fundação ficou por tantos anos, seja transformada em um espaço cultural para a comunidade. “Eu sugeri que a casa continuasse para a cultura em carta ao prefeito de Canela, pois este espaço tem o físico e o espírito de cultura. Estou aguardando que o prefeito faça mas não consegui falar com ele nestes quase três meses“, finalizou.

DÍVIDA MILIONÁRIA SERIA FATOR PREPONDERANTE

O Acontece Gramado apurou que motivo principal da extinção seria uma dívida ainda do ano de 2011 que se iniciou com 60 mil reais e hoje já supera um milhão de reais. A dívida seria referente a um evento assinado pela Fundação, como proponente, durante as festividades de aniversário da cidade de Parobé. Após a realização do evento, o Ministério do Turismo teria feito apontamentos sobre o valor destinado para o evento e uma possível irregularidade na gestão do mesmo que deveria ser 100% gratuito mas teria tido cobrança de ingressos em determinadas atrações.

Na época, a Prefeitura de Parobé e a Fundação não chegaram a um acordo com a justiça para a devolução dos valores. os primeiros apontamentos previam a devolução de cerca de 60 mil reais.

A briga foi parar na Justiça e, após se esgotarem todas as instâncias, a decisão final saiu no início deste ano, sem possibilidade de apelação por parte da Fundação que ficou totalmente responsável pela dívida. A decisão judicial determinou que não seriam devolvidos apenas os 60 mil reais mas sim, todo o valor destinado ao evento na época, pelo Ministério: cerca de 800 mil reais. Com atualizações, esta dívida chega hoje a cerca de um milhão de reais.

Há alguns meses, a presidência da entidade e o conselho que reúne cerca de 15 pessoas (integrantes de diversas entidades), decidiram encerrar as atividades da Fundação.

ENFRAQUECIMENTO INICIOU HÁ ALGUNS ANOS

O enfraquecimento da Fundação Cultural de Canela iniciou já há alguns anos, e foi potencializado pela pandemia. A entidade privada contava atualmente com apenas uma funcionária e todos os outros cargos eram ocupados por voluntários. Nos bastidores fala-se que a Fundação não soube se reinventar e com a condenação, sem direito a recurso, ficou com o CNPJ comprometido. A Fundação ocupava um prédio público, cedido pela Prefeitura de Canela, e que será devolvido ao município.

A Fundação sediava também o único espaço cultural não-particular e em funcionamento da cidade, o Espaço Nydia Guimarães, construído com um prêmio da Funarte ganho em 2013. Dona Nydia foi uma das criadoras da entidade, fundada poucos anos depois da morte de seu marido, o escritor Josué Guimarães, como forma de apoio à Prefeitura na condução e gestão de projetos culturais de Canela.

Para o ativista cultural de Canela e voluntário da Fundação há anos, Fernando Gomes, a decisão pelo fechamento é trágica para o setor cultural de Canela. “É lamentável, uma pena pois a cidade vem perdendo força na Cultura já há algum tempo, não temos Conselho de Cultura atuante a classe vem sofrendo há bastante tempo. Mesmo assim, a Fundação tocava projetos importantes e gerava emprego e renda com a realização do Festival de Bonecos, por exemplo. Esta extinção potencializa este cenário e a memoria cultural da cidade corre riscos“, destacou Fernando que atualmente atuava como diretor do Departamento de Literatura e também foi vice-presidente da Fundação (entre 2017 e 2019).

PRINCIPAL PRODUTO: FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE BONECOS

O Festival Internacional de Teatro de Bonecos foi criado pela AGTB (Associação Gaúcha de Teatro de Bonecos) e teve sua primeira edição realizada em Caxias do Sul. Na época, a cidade serrana não quis continuar com o evento que passou a ocorrer em Canela em uma iniciativa do Governo Estadual, tendo sua segunda edição em 1989 em território canelense. Inicialmente a gestão ficou com a Prefeitura mas, dois anos depois, foi criada a Fundação Cultural para gerir o evento como braço privado do município.

Procurado pelo Acontece Gramado para falar sobre o destino do evento e o acervo da entidade, o secretário de Turismo e Cultura de Canela, Ângelo Sanches, está em viagem e deve se pronunciar sobre o tema nas próximas horas.

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Cena cultural tem Sarau no sábado e revista Dilúvio em formato digital

Richard Serraria, poeta-cantautor e professor, juntamente com a jornalista Ediane Oliveira, de Pelotas, e a produtora cultural Nathaly Weber, de Cachoeirinha, convidam representantes da cena cultural de Canela e Gramado para um sarau/debate/performance sobre a obra Sopaporiki e outras gauchidades. Uma atividade online instigante, que promete provocar reflexões tanto nos participantes como nos espectadores.

Na pauta: a negritude, a religião de matriz africana, a luta indígena e outras batalhas culturais na serra gaúcha.

Participam Adilson Fontoura, Ana Paula de Oliveira Marcante, Fernando Gomes, João Pedro Wapler, Júlia Al Bu, Lis de Oliveira Reis e Marini Ferreira.

Será no sábado, 02/10, às 18h, pelo Facebook da Escola de Poesia.

Sopoporiki é finalista do Prêmio Minuano. Lembrando que o Prêmio Minuano de Literatura é um prêmio literário criado em 2018 pelo Instituto Estadual do Livro (IEL), órgão da Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, em parceria com o Instituto de Letras da UFRGS e a Associação Lígia Averbuck. Seu objetivo é reconhecer a produção literária de todo o Estado.

Sarau online ocorre neste sábado.

Revista O Dilúvio lança portal de digitalização de seu acervo

Estão disponíveis todas as 16 edições da revista O Dilúvio, veículo de jornalismo cultural que marcou época em Porto Alegre, região metropolitana e circulou bastante pela serra gaúcha na primeira década dos anos 2000.

O portal www.odiluvio.com.br foi criado pelo canelense Diego Nienow. As redes sociais da revista trazem uma agenda cultural sempre antenada de lives e shows nacionais de artistas independentes.

Cagê Lisoba, Digo Zimmer, Luti Seligman e Fernando Gomes foram outros agentes culturais de Canela que participaram do projeto.

Edições da Revista O Dilúvio agora estão disponíveis ónline.

Gramado prepara cobrança da TPA: Taxa de Preservação Ambiental

A Prefeitura de Gramado prepara um projeto, que deve ser apresentado para aprovação na Câmara de Vereadores, que visa a implantação da chamada TPA – Taxa de Preservação Ambiental. A cobrança é considerada constitucional e ações recentes contra o tema tem sistematicamente sido derrubadas pela justiça no país.

A ideia é similar aos sistema já implantado em destinos turísticos como Bombinhas e Fernando de Noronha. Porém, a tendência é que em Gramado os valores sejam um pouco menores, o valor ainda não foi definido. Hoje, a taxa em Noronha é de R$ 79,20 por dia. Já em Bombinhas os valores são de R$ 28,00 para automóveis e R$ 3,50 para motos, por dia.

No caso da aprovação pelos vereadores gramadenses, o processo de cobrança para não moradores começará a ser implementado. O sistema na cidade deverá ter algumas peculiaridades como pagamento da taxa uma única vez sendo válida por sete dias, por exemplo. Na prática o formato será como nos outros destinos funcionando como uma espécie de “pedágio” nas entradas e saídas de Gramado.

Os gestores também analisam qual será a forma de isenção para moradores e para trabalhadores que vem a Gramado de outras cidades para trabalhar diariamente nas empresas da cidade.

Entre os benefícios esperados estão o investimento em preservação de espaços verdes em Gramado como parques, além de um maior controle e aumento da segurança na cidade. Com o controle de todos os carros que acessam a cidade, a segurança tende a aumentar e também haverá um controle maior de quem visita o destino.

Atualmente Gramado cobra a Taxa de Turismo Sustentável, desde 2015, com valor aproximado de R$ 2,50. Porém, a cobrança atual é feita nas reservas de hotéis e quem se hospeda em apartamentos de temporada e Airbnb, por exemplo, acaba ficando isento da cobrança.

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