Acontece Gramado

QUEM TEM DIRETO AO AUXÍLIO EMERGENCIAL DE R$ 600,00:

  • Maiores de 18 anos;
  • Trabalhador sem carteira assinada, autônomo, MEI, desempregado que não esteja recebendo o seguro-desemprego e contribuinte individual da Previdência;
  • Pessoas com renda, por pessoa da família, de até R$ 522,50 ou renda familiar de até R$ 3.155,00 e não ter rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.

Dado o serviço vou te confessar que não me ative aos nomes e nem a lista tão falada, mas fiquei contente em saber que alguns amigos, que indiquei que fizessem o cadastro, tenham sido contemplados pois não recebem NADA há 3 meses, só que esta coluna não é sobre essa lista e sim sobre a lista abaixo:

1º lugar – Dinamarca com 45,2%
2º lugar – Finlândia com 44%
3º lugar – Bélgica com 43,2%
4º lugar – França com 43%
5º lugar – Itália com 42,8%
6º lugar – Suécia com 42,6%
7º lugar – Áustria com 42,5%
8º lugar – Noruega com 40,8%
9º lugar – Luxemburgo com 39,3%
10º lugar – Hungria com 38,9%
11º lugar – Eslovênia com 36,8%
12º lugar – Alemanha com 36,7%
13º lugar – Islândia com 35,5%
14º lugar – Brasil com 35,4%
*fonte do site do Educador Financeiro André Andreola publicada em 12/2019.

Sabe que lista é essa? É a relação dos países com maiores alíquotas de
impostos do mundo. Desta lista, considerando os 30 países com maiores impostos, o Brasil é o pior em retorno de benefícios à população.

Não quero minimizar as discrepâncias da lista dos beneficiados com os R$
600,00, e nem esquecer aqueles que precisavam muito do valor e não receberam, mas a lista que me causa repulsa e indignação é a que publiquei acima.

Sempre que leio as súplicas dos empresários e funcionários para reabrirem em meio a esta pandemia mundial, pois temem perder seus empregos e seus negócios, afinal a crise já estava instalada antes do vírus, volto a pensar na dita lista.

Para que serve o 14º imposto mais caro do mundo? Ou devo perguntar para
QUEM servem estes 35,4%? Não estaríamos nós brasileiros nos responsabilizando por sustentar os planos de saúde ilimitados, cartões corporativos, auxílios paletós entre outros absurdos em plena crise mundial?

Você tem um sistema de saúde da Europa, uma educação, segurança ou
situação financeira de um europeu? Não? Mas te digo uma coisa, caro eleitor, você paga impostos de um europeu.

Por Karen Dinnebier
“Comecei a trabalhar aos 14 anos porque queria ser independente. Entrei na faculdade de Comércio Exterior, depois mudei para administração, mas pelo 5º semestre abandonei. Fiz Moda na Perestroika e atualmente curso Sociologia. Tenho apreciações diversas, interesso-me por assuntos variados e parei de tentar encaixar-me e passei a aceitar que sou assim, fora do padrão e movida pela paixão.”
Contato: [email protected]

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