Acontece Gramado

Um grupo com mais de 350 empresários de Gramado e Canela se articula para reabrir seus empreendimentos independente das posições do Governo do Rio Grande do Sul, dos municípios ou da justiça.

Uma grande mobilização se iniciou ainda na sexta-feira após o Governo do RS definir que, mesmo com a cogestão, o comércio não essencial não poderá abrir às noites, feriados e fins de semana, até o dia 4 de abril. Com isso, atrativos turísticos, restaurantes e comércio em geral estarão proibido de abrir as portas no feriado de Páscoa.

Segundo a reportagem Acontece apurou, não existe um único líder do movimento, mas sim várias frentes. A revolta nos bastidores é enorme e o clima é de muita insatisfação. Os empresários esperavam que, após 4 semanas de fechamento total, o período de Páscoa fosse de reabertura gradual.

A mobilização aumentou hoje com a notícia de que um juiz de Porto Alegre suspendeu a retomada da cogestão e o início das flexibilizações programadas para segunda-feira, dia 22.

Entre as ações programadas pelos grupos (que se articulam pelas redes sociais), estão:

  • Reabertura do comércio – independente das posições do Governo do RS, das Prefeituras dos municípios e da justiça;
  • União para defesa dos comerciantes que sofrerem retaliações da fiscalização, das Prefeituras e até das forças policiais;
  • Apoio entre os empresários para visitar e consumir no comércio local quando reabrirem as portas;
  • Protestos e manifestações em Gramado (fechamento da entrada da cidade) e Canela nos próximos dias;

No momentos, dois grandes grupos distintos se articulam de forma separada mas, conversando entre si. Já está definido que se os comerciantes que abrirem as portas entre domingo e terça-feira receberem retaliações das Prefeituras e da fiscalização, os grupos irão se unir e fechar a entrada de Gramado.

Matéria em atualização.

1 comentário em “Empresários de Gramado e Canela se organizam para abrir comércio mesmo com restrições

  1. Se estamos em um país democrático, pedimos que cortem pelo menos 50% do salário dele enquanto o comércio estiver com restrição para abrir.

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