Gramado se prepara para receber um marco em sua infraestrutura de grandes eventos. Prevista para ser inaugurada em outubro, a Arena Gramadense surge como o primeiro complexo esportivo multiuso da região, unindo o esporte a grandes produções artísticas, shows e convenções em meio a uma área preservada de 15 hectares de araucárias.

O projeto é fruto de uma parceria estratégica entre o Centro Esportivo Gramadense e o Hawi Group — união das produtoras Experiência Z e Bolico Produções. Enquanto a gestão administrativa do futebol permanece sob a liderança de Sandro Bazzan, presidente do clube, a frente de entretenimento e experiências do novo espaço fica a cargo da sociedade executiva.
Estrutura robusta e versátil
Com um investimento aproximado de R$ 40 milhões, a nova arena foi projetada para se consolidar como a maior estrutura para eventos de Gramado e arredores.
- Capacidade ampla: Espaço para mais de 20 mil pessoas em grandes eventos, contando com pista de 4.200 m², arquibancada fixa para 3.500 lugares e módulo móvel para até 2 mil espectadores.
- Conforto e exclusividade: O pavimento superior abriga 25 camarotes climatizados com capacidade total para mil pessoas, além de lounges e quatro salas de convenções moduláveis de 280 m² cada.
- Logística e bilheteria: O complexo dispõe de vestiários de alto padrão, backstage técnico, áreas para food trucks e o maior estacionamento externo dedicado da região, com 1.500 vagas. As vendas oficiais de ingressos ficarão sob a responsabilidade global da Ticketmaster.
- O complexo está localizado na Linha Carazal, a cerca de 150 metros da rodovia ERS-235, próxima ao acesso ao Parque Tomasini e a 10 minutos do centro da cidade.
Desenvolvimento sustentável e legado regional
Mais do que atrair grandes turnês nacionais e internacionais, a proposta dos idealizadores é valorizar os talentos locais e movimentar setores vitais da economia gramadense, como a hotelaria, a gastronomia e o comércio ao longo de todo o ano.
Para o Centro Esportivo Gramadense, a arena representa a garantia de sustentabilidade e o fortalecimento de suas categorias de base e projetos sociais, sem perder de vista o compromisso ambiental de integrar a arquitetura moderna à paisagem natural do bioma da Mata Atlântica.

















