O Grupo Laghetto anunciou o lançamento da Neretto, sua marca própria de chocolates artesanais produzidos em Gramado, na Serra Gaúcha. A novidade foi revelada em primeira mão durante o Laghetto Amanhã, conferência estratégica da rede que reuniu líderes, parceiros e investidores no Hotel Laghetto Moinhos, em Porto Alegre, no dia 6 de agosto.
Em um primeiro momento, os chocolates estarão disponíveis exclusivamente nos quartos dos hotéis da rede em todo o Brasil, integrando a experiência de hospedagem oferecida aos clientes.

A essência da hospitalidade em forma de chocolate
Para Diogo Benetti, gerente de brand e marketing institucional do Grupo Laghetto, a novidade representa muito mais do que o lançamento de um produto.
“Precisávamos materializar de alguma forma, dentro dos quartos, a essência da Laghetto, que é a hospitalidade gramadense, que é o que nos diferencia das demais redes. A nossa origem, a nossa cultura. O chocolate artesanal materializa isso perfeitamente. Além de ser algo extremamente exclusivo: um chocolate que você só encontra no hotel”, destaca Diogo.
A escolha de Gramado como berço da marca reforça a identidade geográfica e cultural da rede. Conhecida mundialmente pela tradição chocolateira e pela herança europeia, a cidade coroa o posicionamento premium do grupo hoteleiro.
Planos de expansão e lojas físicas
A estratégia para a Neretto já prevê a abertura de lojas físicas dentro dos próprios hotéis, facilitando a compra para quem deseja levar unidades extras para casa ou presentear alguém.
O CEO do Grupo Laghetto, Diego Cáceres, aponta que o futuro da marca pode alcançar novos mercados além da hotelaria:
- Exclusividade inicial: Disponibilidade restrita aos quartos da rede.
- Novos pontos de venda: Projetos para lojas físicas nas unidades hoteleiras.
- Crescimento futuro: Possibilidade de comercialização aberta ao público geral, dependendo da receptividade do público.
“Tudo é possível. Temos boas perspectivas neste sentido. Tudo vai depender do quanto o nosso hóspede vai amar essa novidade e querer comprar mais e mais”, conclui Cáceres.











