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Exclusivo: COVID mata 3 de cada 100 infectados em Gramado, o triplo da média nacional

Gramado apresenta uma alta taxa de letalidade quando o assunto é a COVID-19. Segundo dados disponíveis até esta quinta-feira, dia 23 de julho, sete moradores já morreram por complicações da doença. Até hoje, oficialmente, a cidade registrou 215 casos positivos. A média seria de 01 (um) óbito para cada 30 casos positivos na cidade.

Recentemente o Ministério da Saúde apresentou os resultados do maior estudo epidemiológico sobre a doença já feito no mundo, realizado em parceria com a Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Os dados apontam que, de cada cem brasileiros que pegam a doença, um vai a óbito.

Isso representa uma letalidade de 1,15% no país. Com 89.397 pessoas entrevistadas e testadas em 133 cidades de todos os Estados do Brasil, trata-se do estudo epidemiológico com maior número de indivíduos avaliados no mundo, afirmam os pesquisadores.

SUBNOTIFICAÇÃO EXPLICARIA

Um dos fatores que pode explicar a maior taxa de letalidade em Gramado pode ser a subnotificação de casos, aponta a mesma pesquisa. De acordo com os resultados, normalmente o total de pessoas com anticorpos para o novo coronavírus é seis vezes maior que o número de casos notificados oficialmente.

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COVID mata 3 de cada 100 infectados em Gramado, o triplo da média nacional. (Photo SEBASTIEN BOZON / AFP)

Segundo pesquisadores, o alto índice da relação número de mortes e casos confirmados pode ser explicado pela baixa quantidade de testes realizados e uma grande subnotificação de casos. Nesse momento de incerteza, os pesquisadores não deixam dúvidas sobre a importância da realização de testes da covid-19 em grande parte da população.

Se esta tendência de subnotificação se aplicar a Gramado, a cidade teria atualmente cerca de 1.290 pessoas já infectadas pelo novo Coronavírus.

“A correta interpretação desse dado é fundamental para que as autoridades reconheçam a necessidade de alcançar níveis de testagens massivos para evitar distorções nos registros e interpretações dos dados”, sentencia o professor e pesquisador da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Adeir Archanjo da Mota.

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