O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) notificou formalmente a prefeitura de Gramado, na última sexta-feira (13), exigindo a comprovação da exoneração de Rafael Ronsoni do cargo de chefe de gabinete em um prazo de até 48 horas. O documento foi entregue pessoalmente ao prefeito Nestor Tissot.
A medida fundamenta-se na Lei Municipal da Ficha Limpa, que restringe a nomeação de cidadãos condenados por crimes contra a administração pública para cargos de confiança ou assessoramento.
Saída antecipada e retorno ao Legislativo
Em suas redes sociais, Rafael Ronsoni optou por se antecipar à exoneração oficial. Em nota, Ronsoni confirmou que deixará o Executivo para retomar sua cadeira na Câmara de Vereadores de Gramado a partir de segunda-feira (16).
No comunicado, o agora ex-chefe de gabinete classificou o período na prefeitura como uma etapa de aprendizado e agradeceu aos servidores e ao prefeito Tissot. Ele reforçou seu compromisso com os 2.714 eleitores que o reconduziram ao Legislativo:
“Volto ao Legislativo fortalecido por essa experiência e movido por um sentimento ainda maior de união. A política que acredito é feita com diálogo, responsabilidade e compromisso verdadeiro com as pessoas”, afirmou Ronsoni.








