A manhã deste sábado (21) foi marcada por uma tragédia que comoveu o Vale do Paranhana. Duas mulheres, reconhecidas pela vitalidade e pelo amor ao esporte, perderam a vida em um atropelamento na rodovia RS-115. As vítimas foram identificadas como a fotógrafa Sissa Felippetti, de 38 anos, e Fernanda da Silva Barros, de 35 anos.
Sissa era uma figura central na comunidade de Três Coroas. Formada em Educação Física e Publicidade e Propaganda, ela unia suas paixões no cotidiano: mantinha um estúdio de fotografia e atuava no setor de marketing da Bebecê Calçados.

Amigos e familiares a descrevem como uma entusiasta da vida saudável. Sissa era casada com o corretor de imóveis Isac Ribeiro, de 35 anos, que também estava no local e foi atropelado. Ele permanece internado em estado grave na Fundação Hospital Dr. Oswaldo Diesel e a informação de que teria falecido foi desmentida pelo Hospital. O casal tem dois filhos, de seis e oito anos.
A segunda vítima, Fernanda Weber, era natural de Minas Gerais e trabalhava na empresa Calçados Variettá. Fernanda era casada com Isac Weber. O casal não tinha filhos.
Dinâmica do atropelamento
As vítimas haviam iniciado o trajeto ainda de madrugada. Sissa, inclusive, postou uma foto das bicicletas às 5h33min. Apenas 12 minutos depois, às 5h45min, o atropelamento aconteceu nas proximidades da cervejaria Heineken.
- Vítimas fatais: Sissa Felippetti (38 anos) e Fernanda Weber (35 anos). Sissa faleceu no local do impacto, enquanto Fernanda também não resistiu aos ferimentos.
- Feridos: O marido de Sissa, o corretor de imóveis Isac Ribeiro (35 anos), que pedalava com o grupo, foi atingido e socorrido em estado grave. Ele permanece internado na Fundação Hospital Dr. Oswaldo Diesel.
- Prisão: O motorista do Pálio envolvido no atropelamento fugiu do local mas foi localizado na sequência e preso pela Polícia.
- Localização: O trecho da rodovia onde ocorreu o acidente é conhecido pelo fluxo de veículos que ligam o Vale do Paranhana à Região das Hortênsias.

















O que fazer com um animal destes que trafega bêbado e ainda foge. Homicídio doloso, nem pega cadeia, estava saindo de uma festinha e se distraiu. Estas situações não poderiam ser chamados de acidente ou crime de trânsito.